Fabricação de Fibra Ótica

24 09 2008

Em inglês





Como funciona o sistema de arquivos do windows

24 09 2008

O que é um sistema de arquivo?
Você pode fazer uma associação de como funciona um disco da seguinte forma: imagine um estacionamento em uma grande área livre, onde você tem o piso de asfalto e as marcações de “vagas” ao longo de todo o espaço. A área do estacionamento é o disco do jeito que veio da fábrica. Daí é feita a “formatação low level” pela fábrica, que seria a pavimentação da área toda, que no seu disco, seria a gravação de 0 (zeros) em toda a superfície do disco (isto é feito pela fábrica). Daí vem o sistema operacional e ele começa a demarcar as vagas no estacionamento, pintando cada vaga, numerando, colocando numero da fileira, etc., no seu disco seria a mesma coisa: o sistema operacional demarca espaços pré-determinados no disco, numera, organiza, etc. de tal maneira que ele saiba onde está cada vaga.

Existem vários sistemas de arquivo, e cada um divide a superfície do disco da sua maneira. Alguns exemplos de sistema de arquivo: FAT, FAT32, NTFS, HPFS, CDFS, etc. Um sistema operacional pode reconhecer um, alguns ou todos estes sistemas.

FAT16
Primeiro, o que quer dizer FAT: FAT significa File Allocation Table. (tabela de alocação de arquivos). Tocas as localizações dos arquivos estão contidas em 2 tabelas: uma é a FAT corrente (ou working FAT) e a outra é a FAT de backup. A FAT indica em que cluster um arquivo começa, ou seja, onde está o primeiro byte de um arquivo. Um cluster é formado por um ou mais setores físicos, geralmente cada setor de 512 bytes de tamanho. Dependendo do tamanho do disco, o tamanho do cluster também é diferente. Você pode ser perguntar: e daí que o tamanho é diferente? Vamos dizer que seu arquivo tem 1KB de tamanho. Você tem este arquivo gravado em um disco que possui clusters de 2KB ( o tamanho do cluster é o mesmo para todo o disco lógico). Resultado: como um cluster pode ser ocupado somente por 1 arquivo, no caso deste arquivo, você estaria desperdiçando 1 KB no cluster. Agora imagine este mesmo caso, em disco que possui clusters de 32KB? Para “este” arquivo de 1KB você estaria desperdiçando 31KB!!! Imagina neste caso de disco com cluster de 32KB, se você possui milhares de arquivos com por exemplo 1KB. Já pensou no desperdício? Outro problema a se pensar no sistema de arquivos, é a fragmentação. Quando um arquivo é mario que o tamanho de um cluster, ele tem que ser dividido (se “espalhar”, ou se alocar) em múltiplos pedaços/clusters. Algumas vezes é possível alocar estes múltiplos pedaços/cluster, ao lado uma das outras (seqüencialmente), de tal forma que quando for necessário ler o arquivo, a “cabeça de leitura” do disco, não precise se movimentar muito na superfície para ler o arquivo inteiro.  Porém, se os “pedaços”/clusters, forem gravados distantes uns dos outros no disco, a cabeça de leitura irá se movimentar ao longo das diversas trilhas na superfícies, o que resultará em um aumento do tempo de leitura do arquivo. Assim, tendo em mente estes 2 problemas (tamanho/desperdício do cluster, e fragmentação), junto com a características dos arquivos gravados no disco (se em sua maioria são pequenos ou grandes), poderemos ter diferente performance e aproveitamento do disco.

No Windows 3.x e 95, o sistema de arquivo utilizado é a FAT16 (mostrada na tabela a seguir), e como vemos este tipo de sistema de arquivo era particularmente sensível a desperdício de disco, além de não ser factível para discos maiores de 2GB/4GB.

FAT16
Tamanho da Partição Tamanho do Cluster
0MB – 32MB 512 Bytes
32MB – 64MB 1 KBytes
65MB – 127 MB 2 KBytes
128MB – 255MB 4 KBytes
256MB – 511MB 8 KBytes
512MB – 1023 MB 16 KBytes
1024MB – 2GB (4GB no NT) 32 KBytes

FAT32
Para resolver o problema do fato de que o maior tamanho de partição que a FAT16 poderia gerenciar era de 2 GB, e também devido ao grande desperdício de disco causado pelos tamanhos de cluster utilizado na FAT16, a Microsoft lançou a FAT32.

A FAT32 foi lançada no Windows 95 OSR2 (também conhecido como B). Ela também está incluída no Windows 98, ME, 2000 e XP. Ela pode gerenciar partições de até 2 TB (tera-bytes). A outra vantagem, é que em partições menores, o espaço é usado mais eficientemente, devido à diminuição do tamanho dos clusters. Por exemplo: em uma partição de 2 GB que na FAT16 utilizava cluster de 32 KB agora utiliza clusters de apenas 4 KB, reduzindo o desperdício de espaço em disco.

Problemas da FAT32: praticamente o único problema da FAT32 é a “incompatibilidade” com sistemas antigos. O DOS, NT 4.0 e abaixo, OS/2 e Windows 95 (antes do OSR2), não conseguem ler discos neste padrão! Da mesma forma, utilitários (como por exemplo utilitário de disco), que acessavam diretamente o disco, e foram desenvolvidos para FAT16, também não funcionam. Como praticamente todos migraram para sistemas que suportam a FAT32 (Windows 98, ME, 2000, XP), e quase não se encontram mais sistemas utilizando DOS/NT/OS2, esta incompatibilidade acabou deixando de ser um problema na realidade atual.

FAT32
Tamanho da Partição Tamanho do Cluster
260MB – 8GB 4 KBytes
8GB – 16GB 8 KBytes
16 GB – 32 GB 16 KBytes
32 GB – 2 TB 32 KBytes

NTFS
NTFS significa NT File System (sistema de arquivos do NT, onde NT originalmente significava New Tecnhology). Suportado pelo Windows NT, 2000 e XP, ele é um sistema de arquivo “superior” se comparado ao FAT16 e ao FAT32, e foi “desenhado” principalmente para SERVIDORES. As principais vantagens do NTFS são na área de segurança (muito importante para servidores), compatibilidade POSIX, e alta capacidade de tolerância a falhas (também muito importante para servidores). Ele também é muito eficiente na área de tamanhos de cluster, e na realidade você pode formatar uma partição com o tamanho de cluster que você desejar (muito útil quando por exemplo você tem em uma máquina características bem específicas de tipos/tamanhos de arquivos predominantes). Suporta partições de até 16 exabytes, o que no momento excede em muito qualquer previsão de crescimento de volumes de dados, porém, isto só na teoria! A capacidade correntemente suportada pelo cluster é de 2 TB (igual ao FAT32), porém a tecnologia está pronta para suportes a maiores tamanhos, e espera-se que com o barateamente do custo de armazenagem/HDs, as novas versões rapidamente irão implementar a capacidade prevista no seu desenvolvimento. Os dados sobre os arquivos são armazenados no MFT (Master File Table) que inclui informações sobre localizações dos clusters do arquivo, atributos de segurança, nome de arquivos, etc. Além disto mantém um “log de transações”, que pode ser utilizado para recuperação (operações de arquivos que ainda não foram realizadas também são gravadas no log, de tal forma que se o sistema cair, o sistema de arquivos pode ser rapidamente atualizado).

NTFS
Tamanho da Partição Tamanho do Cluster (padrão)
512MB ou menos 512 Bytes
513 MB – 1 GB 1 KBytes
1 GB – 2 GB 2 KBytes
2 GB – 4 GB 4 KBytes
4 GB – 8 GB 8 Kbytes
8 GB – 16 GB 32 KBytes
32 GB ou maior 64 KBytes
Estes valores são padrão. No NTFS você pode variar estes valores dependendo das necessidades de suas aplicações

CONCLUSÃO:
Com estas diversas definições sobre o sistema de arquivos utilizados pelo Windows (FAT16/FAT32/NTFS), é possível então poder tomar uma melhor decisão, em como será feito o particionamento do disco rígido no seu micro! Qual o tamanho ótimo da partição (menor desperdício), a ser utilizado? Como é a média de tamanho de arquivos que utilizo? Algumas situações são bem claras com relação ao melhor particionamento, outras dependerá muito da experiência pessoal, e da maneira como pretendemos utilizar o micro.





Usando o modem 3G da claro

18 09 2008





Sistemas de arquivos suportados pelo linux

18 09 2008

Ao contrário do Windows, que suporta nativamente somente 3 sistemas de arquivos (FAT, FAT32 e NTFS), o Linux é muito mais democrático. Abaixo uma lista dos sistemas de arquivos suportados:

FAT e FAT32: São sistemas de arquivos sem jornalização, criados pela Microsoft e utilizado por padrão no Windows 9X e Me.

NTFS: Por muito tempo, o NTFS era suportado somente para leitura. Com o lançamento do driver NTFS 3G, hoje é possível utilizar o NTFS para escrita com segurança sendo até viável a sua utilização na partição de sistema.

Ext2, Ext3 e Ext4: São os sistemas de arquivos padrões do Linux. O Ext2 é a evolução do Ext, não possui jornalização e por isso pode causar perda de dados caso sua máquina seja desligada por falta de energia, por exemplo. O Ext3 é uma evolução do Ext2, sendo que a principal diferença a inclusão da journal. O Ext4 é a última versão deste sistema de arquivos.

Reiserfs: Criado por Hans Reiser, é um sistema de arquivos alternativo ao Ext2/Ext3. Sua principal característica é a velocidade. Possui jornalização e é o sistema de arquivos padrão para o Suse Linux, Linspire e Slackware.

XFS: Sistema de arquivos criado pela Silicon Graphics para o IRIX. É muito rápido e é indicado para partições e arquivos muito grandes.

JFS: Utilizado pela IBM no AIX. Pelo menos no AIX, permite o redimensionamento de partições online, sem necessidade de desligar o sistema.

GFS2 e OCFS2: São sistemas de arquivos de uso compartilhado, ou seja, podem ser utilizados por diversos computadores simultaneamente. Muito úteis em sistemas de Alta Disponibilidade e Alta Performance.

Além dos sistemas acima, outros são suportados. Não conheço outro sistema operacional que suporte tantos sistemas de arquivos diferentes.





Servidores de Internet

18 09 2008

Funcionamento dos servidores e da internet.

Parte1

Parte2





Como funciona o Disco Rígido?

18 09 2008

Poucos devem saber como funciona um disco rígido ou HD, mas vale lembrar que este dispositivo é uma das peça chaves em maquinas desktop e servidores.

Vai um videozinho aí? sáo não liguem para a propaganda hehehehehe.





O que é linux?

18 09 2008

Em poucaspalavras o linux é um sistema operativo baseado na arquitectura Unix que foi desenvolvido por Linus Torvalds inspirado no sistema Minix, que por sua vez é uma versão simplificada do Unix. O Linux é um dos mais proeminentes exemplos de desenvolvimento com código aberto e de software livre.

Carregamento e montagem dos discos físicos

As diferenças no sistema de arquivos é visivel logo na inicialização dos sistemas operativos,  no Windows todas as partições existentes no disco são “descobertas” e iniciadas no momento do boot do computador e cada uma recebe uma letra para representação, como C:, D:, etc. O Windows NT (incluindo W2k) vem com o NT Loader, que referencia o setor de boot incluindo múltiplos sistemas operacionais, para partições NTFS.

Já no Linux as partições não são conhecidas até que alguém as monte. Talvez isso não seja a melhor maneira, porém é bem mais flexível do que os demais sistemas operacionais. O Linux conta com ferramentas como o LILO (LInux LOader) e GRUB (GRand, Unified Bootloader) para gerenciar o setor de boot e fazer a carga não só do Linux, mas de outros sistemas operacionais que possam existir no HD.

O NT Loader, o LILO e o GRUB são chamados de bootloaders, que ao pé da letra traduz-se carregadores de boot. o NT Loader reside na PBR (Partition Boot Record), enquanto o LILO e GRUB residem na MBR (Master Boot Record) do HD.

No caso do Linux, seus bootloaders são responsáveis por carregar o kernel do sistema operacional, que por sua vez carrega os drivers, partições e outros aspectos necessários ao funcionamento do sistema operacional do pinguim.

Sistema de arquivos

O layout conhecido como Sistema de Arquivos Unificado, do Linux, nos permite enumerar algumas das vantagens sobre o modelo utilizado pelo Microsoft Windows. Um exemplo é a pasta /usr do Linux. Esta pasta é utilizada para armazenar alguns executáveis utilizados na administração do sistema (calma que vamos ver para que serve cada diretório do Linux, mais adiante).

Com o sistema de arquivos do Linux você pode escolher entre montar o /usr em uma outra partição ou até mesmo dentro de outra máquina na sua rede corporativa. O sistema operacional não irá ver a diferença, porque para ele o diretório /usr é montado localmente e não interessa que esteja em outra partição ou em outra máquina. Agora tente mover o diretório C:\Winnt\System32 ou C:\windows\system para outra partição, disco ou máquina da rede.

Um outro ponto que pode gerar confusão para os navegantes de primeira viagem é a troca da famosa contra barra “\” pela barra comum “/”. Mas não se preocupe, isto é apenas uma questão de tempo e de adaptação a este novo ambiente.

Outra questão que gera alguns transtornos é a questão do Linux ser case-sensitive, onde “Isso” é diferente de “isso”. Este também é outro ponto que depende apenas de uma questão de tempo para se acostumar.
Navegando no sistema de arquivos do linux

Para começar vamos executar o comando ls -p partindo da raiz (”/”), para que possam ser listadas as pastas do sistema:

bin/   dev/  home/    lib/         misc/  opt/   root/  tmp/  var/
boot/  etc/  initrd/  lost+found/  mnt/   proc/  sbin/  usr/

Agora vamos tentar listar para que servem cada um destes diretórios:

/sbin: Neste diretório estão localizados os arquivos vitais ao sistema Linux, referentes a administração e manutenção de hardware e software. Um exemplo de um arquivo que consta nesta pasta do sistema é o ifconfig, responsável pelas configurações de endereçamento IP. Os arquivos desta pasta são utilizados por todos os usuários que efetuem login neste computador.

/bin: Ao contrário do que muita gente pensa, este diretório contém comandos que não são somente utilizados pelo root (system administrator). Esta pasta contém também arquivos que serão utilizados por usuários sem privilégios de root. O diretório /bin armazena arquivos de shell como bash e csh e comandos bastante utilizados como cp, mv, rm, cat, etc.

/usr/sbin: Esta pasta contém arquivos binários utilizados pelo administrador do sistema, como network daemons e outros binários que apenas o administrador do sistema tem acesso. O mais importante: estes arquivos não são vitais para a manutenção ou reparação do sistema Linux.

/usr/bin: Neste diretório estão contidos outros arquivos binários referentes aos usuários. Estes binários não são essenciais ao usuários se comparados com a pasta /bin.

/boot: Este diretório contém o arquivo system.map e o kernel do Linux. Os bootloaders (LILO e GRUB) colocam o backup do setor de boot neste diretório.

/dev: Este é um diretório muito importante ao sistema Linux. Nele estão contidos os arquivos que representam partições, devices, dentre outros dispositivos. Aqui encontramos arquivos como hda1, hda2, fd0, cdrom, etc. E cada arquivo representa um dispositivo reconhecido e instalado no Linux.

/etc: Neste diretório ficam todos os arquivos de configuração de seu sistema Linux. Aqui você encontra arquivos para configurar o Lilo (lilo.conf), BIND (named.conf), resolução de DNS (resolv.conf), dentre outros. Vale ressaltar a existência do subdiretório X11 utilizado para configuração do seu ambiente gráfico, /etc/rc.d que é utilizado para adicionar ou modificar scripts executados na inicialização do Linux. Este diretório deve entrar em seu sistema de backup, como parte importante dentro do Linux.

/home: Aqui ficam armazenadas as pastas de cada usuário (Home Directory). O usuário root (system administrator) consegue enxergar e ter livre acesso a todas as subpastas deste diretório, porém os demais usuários acessam somente sua própria pasta. Dentro de cada pasta de usuário residem arquivos de configuração para programas como FTP, IRC, etc.

/lib: Contém todas as libraries que devem ser comuns a todo sistema (compartilhadas). Este diretório pode ser comparado ao diretório System32 ou System do Windows, utilizado para armazenar e compartilhar as DLLs (Dynamic Link Libraries).

/lost+found: Sempre que seu sistema “crashar” ou tiver um shutdown forçado, o Linux irá tentar recuperar o que está corrompido no próximo boot. Caso um arquivo esteja corrompido, ele será colocado aqui neste diretório.

/mnt: Este é um diretório chamado de “mount point” (ponto de montagem), onde serão colocados (apontados) todos as montagens do sistema operacional. Este diretório usualmente conterá mount points ou subdiretórios onde você poderá montar disquetes ou seu cdrom. Você pode também criar mount points adicionais, caso você necessite, pois não existe uma limitação de mount points.

/opt: Este diretório contém todos os softwares e pacotes de add-ons que não fazem parte da instalação padrão do seu Linux. Geralmente você poderá encontrar neste diretório softwares como o KDE ou StarOffice.

/proc: Este é um diretório muito especial e muito complexo do sistema. Para não confundir, podemos dizer que o diretório /proc é um pseudo-diretório, que faz track de processos ativos na máquina, status do sistema, dentre outras informações.

/root: Este é o home directory do usuário root. Não confunda a pasta /root com o Root Directory (”/”), que é o topo do nosso sistema de arquivos. O /root é uma pasta para armazenar arquivos pertinentes ao usuário root, onde somente ele tem acesso.

/tmp: Este diretório armazena os arquivos que são utilizados por um curto período de tempo (temporários). Alguns programas utilizam dele para guardar os lock-files, usados para “prender” alguma funcionalidade, registro de dados, etc. Este diretório é limpo durante o boot e shutdown de seu sistema. Não é aconselhável guardar arquivos importantes aqui. Use somente para arquivos temporários.

/usr: Este é um outro diretório muito importante ao sistema Linux. Neste diretório estão armazenados arquivos binários dos usuários, arquivos relacionados ao sistema “X”, programas como telnet, ftp, dentre outros, são encontrados em subpastas do /usr. Vale ressaltar que o diretório /usr/doc contém grande parte da documentação do Linux, e o diretório /usr/src/linux, que armazena o código fonte do Kernel.

/var: Este diretório contém dados de spool, como e-mail e outputs de daemons de impressão. Este é o diretório padrão dos logs do sistema também, caso você não tenha mudado de lugar. Um arquivo importante de log é o /var/log/messages, que armazena logs do sistema, regras de iptables, etc. Um dos subdiretórios do /var é o /var/named, que armazena as bases de dados DNS, do BIND.

Bem, estes foram alguns conceitos básicos sobre o sistema de arquivos Linux. Vale a pena procurar mais documentação.

Fonte:Viva o linux





O funcionamento da Internet

18 09 2008

Segue um videozinho muito famoso no youtube sobre o funcionamento da internet. Video muito bem bolado e elaborado.